quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PARENTES DIFÍCEIS



Sérgio Souza Cavalcanti Formatação: VAL RUAS Procure compreender e perdoar incompreensões, ciúmes e a intolerância de todos aqueles que a Divina Providência colocou sob o  mesmo teto que o seu.
Nem sempre nossos parentes são nossos amigos. O grande sábio Salomão já dizia que: “há amigo mais chegado que um irmão.” A abençoada lei de amor e justiça, que é a reencarnação, nos proporciona quitar débitos com os mesmos adversários de ontem, vivendo hoje conosco sob  o mesmo teto na condição de pais, mães, filhos, irmãos e cunhados.
No lar, ao lado de almas queridas, encontramos também antigos desafetos, que a sabedoria divina coloca ao nosso lado com oportunidade de reconciliação e resgate.
Diante do parente mais difícil, necessário se faz o exercício da compreensão, da paciência e perdão. “Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais a caminho”, aconselhou Jesus.
Aproveite a oportunidade de caminharem juntos, pois talvez ao longo do percurso, encontrarão o momento mais adequado e propício para esta reconciliação. Emmanuel nos alerta que: “Toda antipatia, aparentemente a mais justa, deve morrer para dar lugar à simpatia.” Perdoe   sempre, pois à carne só enxergamos uma face da moeda de nossas existências.
A outra face só nos será revelada quando estivermos no mundo espiritual. Por isso, muitas vezes pensamos ser vítimas quando, na realidade, somos algozes.
Nunca se esqueça de que não tem os parentes que sonhou e sim aqueles, que merece. Estamos situados na família certa, junto das pessoas mais adequadas à nossa evolução.
Nunca se esqueça de que não tem os parentes que sonhou e sim aqueles, que merece. Estamos situados na família certa, junto das pessoas mais adequadas à nossa evolução.
Esforce-se para amá-los, tendo para com eles, os nobres sentimentos de perdão, da tolerância, da resignação e da paciência.
Senhor, faz de nosso lar um ninho do Teu amor. Que não haja amargura, porque Tu nos abençoas. Que não haja egoísmo, porque Tu nos animas. Que não haja rancor, porque Tu nos perdoas. Que não haja abandono, porque Tu estás conosco. Que saibamos caminhar para Ti em nossa rotina diária. Que cada manhã seja o inicio de mais um dia de entrega a Ti, Senhor.
Que cada noite nos encontre ainda mais unidos no amor. Faz, Senhor, ddas nossas vidas que quiseste unir, páginas repletas com a tua luz. Faz Senhor, dos nossos filhos o que Tu anseias. Ajuda-nos a educá-los e orientá-los pelos Teus caminhos. Que nos esforcemos no consolo mútuo. Que façamos do amor um motivo para amar-Te mais. Que possamos dar o melhor de nós mesmos para sermos felizes no lar.
Que, ao amanhecer o grande dia de irmos ao Teu encontro, nos concedas estarmos unidos para sempre a Ti. Que Assim Seja! Para entrar no Grupo  e receber outras mensagens, Cadastre-se aqui: Grupo Mensagens Azul. Auto: Desconhecido. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 18/01/2012.  

PALAVRA DO DIA (16/01/2012)



Tema da semana: Essa palavra é Hidrofobia. Sinônimo, é sinônimo de ‘raiva’! Quer ver? Hidrofobia quer dizer horror à água e aos líquidos em geral, segundo o dicionário de sinônimos da Lexikon Editora. Já raiva é a peste virulenta, transmitida por certos animais ao homem. Quando acometidos pela raiva, os cães, por exemplo, ficam com uma constrição na garganta, que os impede de beber água. Considerou-se que isso era sintoma de hidrofobia e daí o aplicou-se à raiva o nome hidrofobia, que não é popular. Mas cuidado: hidrofobia e raiva não são sinônimos absolutos. Sinônimos absolutos são aquelas em que você pode substituir uma palavra pela outra em qualquer contexto, sem que a sentença perca, ou mude de sentido.
Definição do i Dicionário. Aulete: (hidrofobia) 1. Vet. Med. Doença infecciosa de origem virótica que ataca o sistema nervoso central dos mamíferos e que é transmitida aos seres humanos pela mordida de um animal infectado; 2. P.us. Psiq. Horror mórbido à água e a quaisquer líquidos. 2. P.us. Psiq. Horror mórbido à água e a quaisquer líquidos. RAIVA
Autor: Desconhecido. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 16/01/2012.

COMISSARIADO NACIONAL DA HISTÓRIA



Quem conta a história leva vantagem sobre quem ouve. O modo como ela é contada encaminha os ouvintes para a conclusão desejada. Napoleão ensinava: "A História é uma versão sobre o passado em torno da qual as pessoas convergem". Sabem disso os professores. E sabem mais ainda os políticos, que, através dos milênios, nunca deixaram de construir e repetir as versões que melhor lhes convinham. A União Soviética, por exemplo, era useira em levar esse procedimento aos requintes, valendo-se da prática de forjar e adulterar documentos. O discurso de Khrushchev no 20º Congresso do Partido Comunista da União Soviética talvez seja a mais notória evidência e violenta denúncia da mistificação em que se envolvera a história da URSS nos terríveis anos iniciados em 1917. Em seu profético e assustador 1984 (alguém sabe me dizer por que esse livro jamais está na bibliografia recomendada pelas nossas escolas?), George Orwell concebeu um personagem, Winston Smith, instalou-o num órgão casualmente chamado Ministério da Verdade e lhe atribuiu a tarefa de produzir os documentos que confeririam autenticidade aos relatos.
Eis por que a ideia de criar um Comissariado Nacional da História, sob o orwelliano nome de Comissão da Verdade, só pode transitar acriticamente num país que jogou fora sua memória, suas raízes e do qual, há muito, roubaram o discernimento. Quem comporá o comissariado? Sete membros escolhidos a dedo por um único dedo. O da presidente. Por quê? Porque foi assim que Lula quis e que Dilma mandou a base do Congresso aprovar. E por que não uma comissão formada por sete generais? Porque a esquerda não aceitaria tamanho absurdo, ora essa. Absurdo por absurdo, a esquerda ficou com o absurdo que lhe convinha, sob silêncio geral do rebanho, só quebrado pela sinetinha da ovelha-guia.
Tem mais. O Comissariado Nacional da História não vai apenas ser nomeado pela presidente. Será remunerado pela Casa Civil da Presidência da República, juntamente com os auxiliares contratados e vai funcionar junto à Casa Civil. Na copa e na cozinha do governo. Ora, eu  não consigo vislumbrar o menor interesse da presidente Dilma no estabelecimento da verdade histórica. Sabem por quê? Porque ela teve participação ativa na principal organização guerrilheira que atuou durante a luta armada. Essa organização, por exemplo, participou do roubo ao cofre do Adhemar de Barros (sob o ponto de vista financeiro, US$ 2 milhões; a mais bem sucedida operação daquele período). Apesar disso, sua excelência, com sua suposta dedicação à história, nunca desvelou uma ponta sequer desse e de outros tantos fios que compõem as tramas do referido período. O máximo, que; li como declaração dela foi uma entrevista na qual conta que teve "participação pequena" e que havia tantas armas escondidas sob sua cama que era difícil acomodar o corpo no colchão. Me - poupa. Há mais história do que metralhadoras escondidas embaixo desse colchão.
Quando pergunto aos alinhados defensores do Comissariado Nacional da História o motivo pelo qual estão fora da alçada da comissão os crimes cometidos pelos que pegaram em armas (crimes como servir potências estrangeiras, formação de quadrilha ou bando, assalto, assassinatos, seqüestros e terrorismo) a resposta que obtenho é a seguinte: "Trata-se, aqui, de identificar os crimes cometidos pelo Estado!". E quando eu faço uma pergunta absolutamente óbvia: "Por que só estes crimes?". Dizem-me como quem acendesse uma lanterna nas trevas da minha ignorância: "Porque é assim que está na lei." Ou seja, é assim porque está na lei e está na lei porque nós quisemos que fosse assim. Como eu sou burro!
Apesar de tanta desfaçatez, contam-se nos dedos os jornalistas, pesquisadores, historiadores, filósofos e analistas que apontam, sobre esse assunto, os abusos e encenações do Big Brother que nos governa. Ele faz o que quer, a partir do script que já escreveu, e que faz jus a uma versão final apresentada pelo Pedro Bial.
Autor: Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões. Difusão: Geraldo Porci de Araqújo. 15/01/2012.

O ESTADISTA



Vamos ver se consigo. É muito difícil que uma dissertação sobre política não seja lida sem que os leitores se instalem, provisoriamente ao menos, nas respectivas trincheiras. O que hoje trago para este espaço, no entanto, é uma reflexão sobre modos de ver a política que independem de devoções governistas ou oposicionistas e de alinhamentos ideológicos por tal ou qual banda. Estou fazendo uma aposta em que conseguirei ser entendido na perspectiva que proponho.
Vamos lá. Todo governante, sentado na cadeira das decisões, se defronta com esta questão: onde gastar os escassos recursos de que dispõe? Abrem-se, de hábito, dois caminhos. Num deles, os recursos podem ser gastos na conservação do estoque de bens públicos disponível, no aumento da oferta de serviços com ampliação dos empregos do setor, nas despesas de custeio e na distribuição de favores. No outro, priorizam-se os investimentos como forma de ampliar, através deles, as perspectivas do futuro.
O tema é relevante e se expressa na opção entre a possibilidade de governar mais para o presente, é menos que é  para o futuro; ou de governar, mais para o futuro e menos para o presente. Numa analogia bem singela, seria escolher entre comer feijão com arroz hoje ou preparar uma feijoada para amanhã.  A experiência política mostra que o feijão com arroz é eleitoralmente mais bem sucedido que a feijoada, embora a feijoada fique na memória e entre para a história. Há muitos anos, muitos anos mesmo, a feijoada foi parar num canto remoto do cardápio nacional - e no Rio Grande do Sul não é diferente - graças a uma taxa de investimento incapaz de providenciar os mais modestos ingredientes de uma feijoada que mereça essa designação. As propagandas oficiais podem sobrevalorizar o que é investido, mas não passam disso mesmo: propaganda oficial. Aponto para a falência da educação no país e não preciso dizer mais nada para provar o que digo.
É na bandeja do dilema aqui exposto que o prato da oposição é servido. Se o governante optar pela feijoada, a oposição reclamará da falta do feijão com arroz; se ele escolher o feijão com arroz, a oposição cobrará a feijoada. E não há como escapar desse conflito, a menos que – numa situação absolutamente ilusória e imprudente - se proceda como se existissem recursos para fazer bem as duas coisas. É a usina do endividamento, da insegurança e do descrédito.
Não é por outra razão que a política deve ser confiada aos estadistas. Quem vota em qualquer um por razões menores deve, mesmo, ser governado por pigmeus. Para cuidar apenas do custeio, um gerente serve; para decidir sobre investimentos, precisa-se de um planejador; para escolher entre o bem e o mal basta; ter uma consciência bem formada. Mas para priorizar despesas, escolher o mal menor (porque o bem nem sempre está disponível ou acessível), fazer na hora certa a opção correta entre custeio e despesa, se requer um estadista.
E nós só os teremos quando os partidos compreenderem que eleição é um episódio do processo democrático. A eleição passa,  mas a política permanece.
E a política só corresponderá às expectativas sociais quando os partidos se preocuparem com formar (e os eleitores com eleger) estadistas. Eles existem e estão por aí, cuidando de outras coisas,  porque a política não lhes dá espaço. Enquanto isso, ora falta feijão, ora falta arroz e a feijoada virou um sonho. Zero Hora, 15/01/2012. Autor: Percival Puggina. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 15/01/2012.  

sábado, 14 de janeiro de 2012

A FÁBULA DO ÁLCOOL.



Por favor, leiam e reflitam... O Globo: Uma fábula a álcool Célio Pezza (escritor) Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos.
Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos. Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.   
A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio.
Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina. Primeiro começou com o álcool e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão, de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Bem combustíveis.
Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados. Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno.  Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos. A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British – (Petroleum), compraram no último ano, várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário (como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar) e já são donas de 25% do setor.
A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a
preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo.
Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se  Brasil. CÉLIO PEZZA, é escritor. ....Em tempo: Por isso que não gostam da imprensa.
Um apoio ao escritor, em tela. Quem não gosta da imprensa, é um dos corruptos amigo dos ladros executivo brasileiro.  Num país como o Brasil onde a verba destinada às inundações na serra do Rio de Janeiro vai para o bolso de prefeitos, secretários e empresários, em vez de ajudar as vítimas que perderam tudo, esse exemplo de cidadania parece um conto de fadas. O que aconteceu em Teresópolis e Nova Friburgo não foi um mero e imoral desvio de dinheiro público.
Político japonês não é santo. Em que instante a nossa malandragem deixa de ser folclórica e cultural e passa a ser crime de desonestidade? Por que a lei de tirar vantagem em tudo está incrustada na mente de tantos brasileiros? A tal ponto que os honestos passam a serem, otários porque o mundo seria dos espertos? Precisamos – nós e a Polícia – aprender a agir assim.
Um dia todos os precisaremos aprender que não se coloca no bolso, na bolsa, nas meias e nas cuecas um dinheiro que não nos pertence. É roubo. Não me importo com o que os outros pensam sobre o que eu faço; mas eu me importo muito com o que eu penso sobre o que eu faço. “Isso é caráter.” Autor: Geraldo Porci de Araújo. 14/01/2012.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

AGRADECIMENTO



Chegamos mais uma vez  ao final do ano. No entanto,  gosto de pensar em começos. Começo de um novo tempo, de uma nova era, de um novo amanhã. Começar significa ter esperanças, renascer, reconstruir, deixando para trás o que não foi bom e guardando no coração as coisas boas, as alegrias que tivemos.
Você, durante este ano,  fez parte das minhas alegrias, do meu crescimento, do meu mundo melhor. Tornou se parte da minha vida  o entrar na minha tela de computador, como se fosse o sol entrando por uma janela,  me desejando sempre coisas boas e compartilhando sua vida comigo.
Sou privilegiado por ter amigos como você, que mesmo à distância, se fazem presentes em minha vida. Sou feliz por ter você para  compartilhar meus sonhos, minhas alegrias e minhas tristezas em todos os dias do ano.
Mas o melhor de tudo... é saber que você gosta de mim como eu sou, do mesmo jeito que eu gosto de você. Por isso, nessa data de festas e comemorações quero te agradecer por ser um presente em minha vida. Essa telinha não seria nunca a mesma sem você, sem a sua presença, sem o seu carinho. Seria um mundo de informações, mas não teria um coração pulsando, cheio de sentimentos e amor. Desejo, neste final de ano tão especial, que toda a alegria que você me deu retorne  agora multiplicada! Que seu novo ano, seja repleto de alegrias, e realizações. Que, a Graça de Deus, seja habite sempre no seu coração, para que o amor esteja presente em todos os dias da sua vida, "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor. Eu nada seria."! Autor: Hélvia Terezinha de Araújo. 05/01/2012. Difusão; Geraldo Porci de Araújo. 06/0//2012 

AS AMIZADES




As amizades novas e os antigos amores, os que, estão perto de mim, e os que estão mais longe. Os que me deram sua mão e aqueles que pude ajudar, os com quem compartilhei a vida, o trabalho, a dor e a alegria. Mas também. Senhor; hoje quero Te pedir perdão. Perdão pelo tempo perdido, pelo dinheiro mal gasto, pela palavra inútil e o amor desperdiçado.
Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito, perdão por viver sem entusiasmo.
Também pela oração que aos poucos fui adiando e que agora venho apresentar-te, por todos meus ouvidos, descuidos e silêncios, novamente te peço perdão.
Começaremos mais um ano novo. Paro a minha vida diante do novo calendário que se inicia e Te apresento estes dias, que somente Tu sabes se chegarei a vivê-los. Hoje, Te peço para mim, meus parentes e amigos, a paz e a alegria, a fortaleza e a prudência, a lucidez e a sabedoria.
 Quero viver cada dia com otimismo e bondade, levando a toda parte um coração cheio de compreensão, e paz Fecha, os meus ouvidos a toda falsidade e meus lábios a palavras mentirosas, egoístas ou que magoem. Abre, sim, meu ser a tudo o que é bom. Que meu espírito seja repleto somente de bênçãos para que as derrame por onde eu passar. Senhor a meus amigos que lêem esta mensagem,  enchem os de sabedoria, paz e amor. E que nossa amizade dure para sempre em nossos corações. Enche-me, também, de bondade e alegria, para que todas as pessoas que eu encontrar no meu caminho, possa descobrir em mim um pouquinho de Ti. Dá-nos um ano feliz, e ensina-nos a repartir felicidade. Amém. E FELIZ 2012!!! Autor; Hélvia Terezinha de Araújo. 05/01/2012. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 06/01/2012.  

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