terça-feira, 31 de janeiro de 2012

MUDANÇA! REPASSAR - CASO CONCORDE COM AS IDÉIAS!



O que vou contar aconteceu numa cidade do interior. Por uma questão de prudência que os leitores certamente entenderão e desculparão, será preciso omitir detalhes e nomes dos personagens.
Havia nessa cidade uma importante empresa que respondia por muitos empregos e tinha peso significativo na vida da comunidade. Era uma organização antiga, que atuava em diversos segmentos, sob o comando centralizado e pessoal do diretor-presidente. Certa feita (para mim, relato sem "certa feita" situa-se fora do tempo), chegou ao município uma senhora, com formação na área de economia, especialidade bem incomum naquelas bandas onde passou a lecionar e a escrever artigos com análises das características, potencialidades e gargalos do desenvolvimento local.
Com o tempo, tornou-se consultora requisitada, trabalhou para a prefeitura, e foi conquistando a confiança da comunidade malgrado certas reticências que circundavam e envolviam o seu passado. Quando o peso dos anos ("peso dos anos" é outra expressão boa e verdadeira) começou a incidir sobre o diretor-presidente da organização, ele se lembrou da economista e resolveu convidá-la para assumir uma função gerencial a ser exercida em conjunto com ele. Antevia-se uma mudança na estrutura da empresa e uma profissionalização de sua gestão.
O arranjo funcionou durante vários anos, ao longo dos quais a gerente foi ampliando seu raio de ação e seu poder, passando, na prática, a dirigir tudo com mão de ferro. Ficou conhecida, no âmbito interno e externo, como pessoa dura no trato, inflexível, exigente, detalhista e centralizadora. Tudo passava por ela que, infatigável, parecia nascida para aquelas minuciosas tarefas. Diplomacia e política não eram peças de seu cardápio. Pão, pão e queijo, queijo. A empresa, num mercado pouco competitivo, ia bastante bem, com desempenho positivo sob o impulso de ventos favoráveis da economia. Assim, quando o diretor-presidente decidiu se afastar em definitivo, resultou consensual que caberia a ela assumir oficialmente o posto.
Poucos meses mais tarde, surgiram boatos. Havia algo errado. De início era a penas um zoom - zoom interno. Mas o zoom - zoom chegou às ruas, e rapidamente atingiu aquele lugar onde não poderia entrar sem causar comoção: o café da cidade. Dali para o jornal local era só meia quadra. E o diretor do periódico não era do tipo que sentasse em cima das matérias. Aliás, é assim mesmo que as coisas funcionam.
O problema vai para a rua e quando retorna das ruas, em letra de forma, já é encrenca grossa. Resultado: começaram as investigações, as auditorias e o que se ficou sabendo estarreceu a todos. Havia muito tempo a empresa vinha sendo rapinada internamente. Roubava-se no almoxarifado, na tesouraria, no setor de compras, no comercial, na manutenção, no pessoal. Onde quer que, mexessem apareciam falcatruas dos encarregados.
Naquele santuário da comunicação social - o café da cidade - as pessoas mais esclarecidas se perguntavam: como pode alguém ter adquirido fama de boa gestora enquanto a organização que "dirigia com mão de ferro" vivia esse completo descontrole? Só os tolos não se davam conta disso.
Autor: Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões Difusão Geraldo Porci de Arajuo.05/02/2012

PASSE NO BANHEIRO ANTES DE VIAJAR



Passe no banheiro antes de viajar... Utilidade pública. Algumas vezes uma informação sobre saúde ouvida uma única vez pode ser  relembrada por toda a vida, gerando um comportamento preventivo.
Esse foi o impacto de uma palestra, proferida por um  cirurgião de um pronto socorro cujo tema era a ruptura  de bexiga por acidentes automobilísticos. Após  a palestra os banheiros estavam repletos e  os comentários sobre ir ao toalete antes de entrar em um  veículo eram enfáticos, demonstrando que o recado fora  ouvido.
Através de dados estatísticos e imagens precisas,  o especialista demonstrou como, num acidente que  pode ser até banal, estando a bexiga cheia, há risco  dela literalmente 'estourar'. Fatos assim,  bem demonstrados, são suficientes para, uma  vez conhecidos, jamais serem esquecidos. Ao informar  a platéia atenta sobre a freqüência de atendimentos  de urgência para sutura de bexiga derivadas de acidentes  de carro, percebeu - se rumores e olhares de temor no público em  geral.
A causa mais comum das lesões da bexiga é  a contusão (golpe externo), a qual ocorre,  sobretudo, devido a acidentes automobilísticos, podendo também decorrer de quedas ou lesões esportivas. A  maioria das rupturas da bexiga ocorre pelo trauma externo e tem  como causa principal a bexiga cheia durante o acidente.
A bexiga  cheia de urina absorve o impacto do golpe externo e não tendo  resistência suficiente, explode como um balão de ar. Através  da fenda que se abre, a urina e o sangue invadem  a cavidade peritoneal, onde se encontram os intestinos,  podendo provocar uma peritonite química e infecciosa com enorme  dor.
Os principais sintomas são a presença de sangue na urina e a dificuldade de micção. O diagnóstico precoce é  importantíssimo, requerendo procedimentos radiográficos  para delimitar as lesões e avaliar os escapes de  urina.
Portanto, bexiga cheia  e acidentes automobilísticos podem ter sérias
conseqüências causando desde internações e até mesmo morte. As  lacerações menores requerem internação, pois será necessário  tratamento com sondas uretrais para drenar a urina, o que dura  entre 7 a 10 dias.
Nesse tempo, o tecido da bexiga pode  cicatrizar sem intervenção. As lesões maiores com  conseqüente descontrole de sangramento ou o extravasamento de grandes volumes de urina para os tecidos  vizinhos podem exigir uma reparação cirúrgica.
A sutura  de bexiga não é um procedimento trivial. Requer  um trabalho delicado em um tecido difícil. Complicações podem ocorrer como inflamação da área suturada e  até
infecções hospitalares, não muito raras em  grande parte dos hospitais.
Entre os riscos de uma lesão  grave está uma pressão arterial perigosamente
baixa que pode  acarretar choque e morte. Assim, é sempre bom  passar o banheiro e esvaziar a bexiga antes de entrar em  qualquer veículo (automóvel, motocicleta, ônibus etc.), pois, se estiver vazia, o risco de rompimento  diminui drasticamente. Informação dessa natureza deve  ser repassada, e aqui o boca a boca pode salvar vidas. Autor: Desconhecido. Diofusão: Geraldo Porci de Araújo. 31/01/2012.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

BURRICE COM FOME DE PASTO



É possível, com algum esforço, criar uma palavra e atribuir-lhe um significado universalmente conhecido. Mas é quase impossível mudar o significado de uma palavra suprimindo ou alterando seu conteúdo simbólico consolidado. Fará muita bobagem na política quem não souber isso ou, ao menos, não o intuir.
     Exemplifiquemos. Você dificilmente participará de uma missa, ouvirá um sermão ou lerá um documento da CNBB sem que se depare com a palavra, "excluído". Ela estará ali, para a mensagem, assim como a farinha de trigo está para a hóstia. Procure essa palavra nos quatro evangelhos e veja quantas vezes é mencionada. Já fez isso? Pois é. Nenhuma. Quando alguém, astuciosamente, substituiu a palavra "pobre" (esta sim, 25 vezes referida nos evangelhos) por "excluído", infiltrou um conteúdo ideológico na mensagem cristã. E quem não estiver prevenido receberá doses frequentes de veneno marxista em substituição ao verdadeiro ensinamento de Jesus, um ensinamento de amor ao próximo, de caridade, de zelo fraterno e de rejeição à idolatria da riqueza. Não há nos evangelhos qualquer esboço de luta de classes. Não há uma gota sequer de ódio aos ricos, mas severas advertências a quem apenas se ocupa com acumular bens onde eles são consumidos "pela ferrugem e pelas traças". Já a noção de exclusão implica a simétrica noção de inclusão e de ambas se deduz que o excluído é sujeito passivo da ação de exclusão que sobre ele exerce o sujeito ativo incluído. Vai uma bandeirinha vermelha aí?
O ensino cristão sobre os bens materiais não significa, em absoluto, nem poderia significar, uma proposta de organização da economia sem direito de propriedade, sem iniciativa privada, sem produção; sem negócios, sem remuneração e sem lucro. Num mundo com bilhões de habitantes essa seria a receita da miséria e da inanição.
Vamos em frente. Atente leitor, para a palavra capitalismo. Volta e meia ela é usada para definir um sistema vantajoso, oposto ou em contraposição ao socialismo como sistema econômico. Ora, a carga simbólica da palavra capitalismo é tão negativa, malgrado se refira a um modelo comprovadamente superior ao socialismo, que até parece ter sido concebida por seus adversários, não é mesmo? E, de fato, foi! Esse vocábulo entrou nos dicionários na segunda metade do século 19, levada pelos textos de socialistas e anarquistas, a partir de Marx, Proudhon e outros. Portanto, usar como bandeira, proposta ideológica ou plataforma de organização da ordem econômica uma palavra com essa carga negativa, cunhada pelos próprios adversários da tese que expressa, é uma burrice com fome de pasto. Em tudo semelhante a de quem usa ingenuamente a palavra "excluído" em seus atos penitenciais, sem perceber o erro que está cometendo. Reze pelos pobres e aja em favor deles, meu irmão. Mas não caia nas redes da Teologia da Libertação!
Autor: Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 30/01/2012.


BATTISTI IN POA



Inevitável. A sensação da semana foi a presença do italiano Cesare Battisti em Porto Alegre. Tudo estava preparado para uma palestra de José Graziano, como evento do Fórum Social Temático, quando - surpresa geral! - o italiano, com cabelo de jogador argentino e vestindo camisa vermelha, apareceu pisando firme no tapete do Palácio Piratini. A, bem, da verdade, diga-se que o tapete já estava lá. Não foi desenrolado, para, o receber. Mas celebridade é celebridade, holofotes e microfones foram atrás e Graziano ficou às escuras com suas teses. Battisti dominou o noticiário estadual nas 24 horas subseqüentes.
Alinho-me entre os que ficaram perplexos com as imagens do governador do Rio Grande do Sul cumprimentando efusivamente o italiano e acolhendo-o sorridente, entre abraço, apertos de mão e um caloroso "Bem-vindo ao Rio Grande do Sul!", como se pode ver e ouvir aqui, em short link: http://bit.ly/ACiXwt. Embora considere o episódio constrangedor para nosso Estado, não quero discutir seu significado simbólico, conforme, aliás, foi percebido por muitas manifestações de leitores na edição de quinta-feira de Zero Hora e no programa Polêmica, da Rádio Gaúcha, na manhã do mesmo dia. O militante dos "Proletários Armados pelo Comunismo", tendo, ganho a liberdade, estava autorizado a circular livremente pelo país, vir a Porto Alegre e entrar no Palácio, mas, cá entre nós, nada justifica aquela acolhida afável.
Há antecedentes. Durante o anterior governo petista, um representante das FARC, Hernán Ramirez, foi recebido em audiência no Palácio Piratini. Nunca se soube do que tratou com Olívio Dutra. Articula-se nas FARC um naipe completo dos maiores flagelos da humanidade: comunismo, guerrilha,  terrorismo, tráfico de armas e de drogas pesadas. Das pragas modernas só ficam de fora a bomba atômica, o câncer e o funk. O resto todo é operado por essa organização que, por afinidade ideológica, ganhou audiência no governo  petista em 1999. Nos primeiros eventos do FSM em Porto Alegre, entre Josés  Bovés e assemelhados, por aqui foram recebidas representações do IRA, do ETA, do governo cubano e outros apologistas da violência. Os estandes instalados junto aos locais de encontro só se disponibilizam adereços com ícones revolucionários e literatura marxista da pior qualidade. Até hoje não consegui saber se existe em Porto Alegre algo que a transforme em Jerusalém dessas romarias anuais, ou se isso acontece apenas porque aqui, o contribuinte, paga boa parte da conta.
A questão de fundo, no Caso Battisti é a natureza dos crimes. Políticos ou não políticos, os crimes? Se políticos, ele ficaria no Brasil, se não políticos, seria mandado para a Itália. O STF decidiu que os crimes não foram políticos e recomendou a extradição, mas atribuiu a providência ao arbítrio do presidente da República. Este seguiu a orientação do então ministro Tarso Genro e optou pela concessão do refúgio. Em certas correntes ideológicas, até mesmo crimes de sangue, se cometidos a serviço da causa, ganham proteção, indulgência e tratamento privilegiado. Isso é inaceitável! Não foram políticos todos os criminosos mais letais, todos os genocidas que a humanidade conheceu? Não são dessa natureza os crimes mais hediondos da história? Ademais, uma coisa é alguém obter refúgio por estar submetido a injustificada perseguição política. Outra, bem diferente, é tratar o criminoso comum com maior severidade do que o criminoso político. Como sociedade, será um desperdício se nada aprendermos com esse lamentável episódio.
Autor: Zero Hora, 29/01/2012. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 30/01/2012

SÓ PARA GENTE QUE DÁ GOSTO A GENTE GOSTAR!



Mario Benedetti.  DD GENTE QUE EU GOSTO. Eu gosto de gente que vibra, que não tem de ser empurrada, que não se tem de dizer que faça as coisas, mas que sabe o que tem que fazer e que faz. Gente que cultiva seus sonhos até que esses sonhos se apoderam de sua própria realidade.
Eu gosto de gente com capacidade para assumir as conseqüências de suas ações, de gente que arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, que se permite, abandona os conselhos sensatos deixando as soluções nas mãos de Deus.
Gosto de gente que é justa com sua gente e consigo mesma, da gente que agradece o novo, dias; as coisas boas que existem em sua vida; que vive cada hora com bom animo dando o melhor de si, agradecido de estar vivo, de poder distribuir sorrisos, de oferecer suas mãos e ajudar generosamente sem esperar nada em troca.
Eu gosto de gente capaz de me criticar construtivamente e de frente, mas sem me lastimar ou me ferir. De gente que tem tato. Gosto de gente que possui sentido de justiça. A estes chamo de meus amigos.
Gosto de  gente que sabe a importância da alegria e a pratica. De gente que por meio de piadas nos ensina a conceber a vida com humor. De gente que nunca deixa de ser animada. Gosto de gente que nos contagia com sua energia.
Gosto de gente sincera e franca, capaz de se opor com argumentos razoáveis a qualquer decisão. Gosto de gente fiel e persistente, que não descansa quando se trata de alcançar objetivos e idéias.
Me, encanta, gente de critério, que não se envergonha em reconhecer que se equivocou ou que não sabe algo. De gente que, ao aceitar seus erros, se esforça  genuinamente por não voltar a  cometê-los. De gente que luta contra adversidades. Gosto de gente que busca soluções.
Gosto de gente que pensa e medita  internamente. De gente que valoriza seus semelhantes, não por um estereótipo social, nem como se apresentam. De gente que não julga, nem deixa que outros julguem. Gosta de gente que tem personalidade.
Me, encanta. Gente que é capaz de entender que o maior erro do ser humano é tentar arrancar da cabeça aquilo que não sai do coração. A sensibilidade; a coragem; a solidariedade; a bondade; o respeito; a tranqüilidade, os valores, a alegria, a humildade, a fé, a felicidade, o tato, a confiança, a esperança, o agradecimento, a sabedoria, os sonhos, o arrependimento, e o amor para com os demais e consigo próprio são coisas fundamentais para se chamar GENTE.
Com gente como essa, me comprometo; para o que seja; pelo resto de minha vida... já que, por tê-los junto de mim, me dou por bem retribuído. OBRIGADO POR SER PARTE DESSA GENTE! Impossível ganhar sem saber perder. Impossível andar sem saber cair. Impossível acertar sem saber errar. Impossível viver sem saber reviver. A glória não consiste em não cair nunca, mas em levantar - se todas as vezes que seja necessário. E isso é algo que muito pouca gente tem o privilegio de poder experimentar.
Bem aventurados aqueles que já conseguiram receber com a mesma naturalidade o ganhar e o perder, o acerto e o erro, o triunfo e a derrota... Por favor, reenvie essa mensagem somente para gente que mereça chamar-se gente.
Autor: Desconhecido. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 30/01/2012

SÁBIAS PALAVRAS



Boa reflexão! De George Carlin. Nascido em 12 de Maio de 1937, falecido em 22 de janeiro de 2008. Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ou; deletar.  Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para, sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua(seu) companheira(o)e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... Se ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize quem te ama, sempre. Espetacular! Autor: Desconhecido. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 27/01/2012.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

IMPORTANTE! DEVE SER LIDO POR TODOS! E SE POSSÍVEL REPASAR



Amigas  e  amigos, estamos diante de um dos  mais significativos momentos da história da Democracia deste país e parece que poucos estão percebendo isto, explico:
              Trava-se uma verdadeira  batalha no Judiciário, pois pela primeira, repito, pela  primeira vez neste país varonil, alguém ousa investigar toda  a sujeira que há por  debaixo deste tapete chamado  Judiciário. Este poder que sempre foi, dos 3, que temos o  intocável. O CNJ, através de uma corajosa Corregedora,  Ministra, Dra. Eliana Calmon, vem descobrindo as históricas  sujeiras deste poder, em todas as suas esferas, inclusive  dos mais altos magistrados da mais alta corte do país, e a  reação vem então de forma avassaladora. Quando o CNJ,  (Conselho Nacional de Justiça) começa a tornar público, o  resultado de suas investigações, das diversas instancias, do  Judiciário, a mais alta corte, o Supremo. E as associações  de juízes, reagem e querem calar a boca desta, que  representa até então, a mais inteligente iniciativa para  extirpar este câncer de nossa sociedade, a corrupção, os  abusos de poder, a impunidade, e a morosidade do Judiciário  deste país.
 Eu não tenho dúvidas que,  ao lado da educação, a justiça, ambas com os piores  predicados que poderíamos ter, são a fonte primeira e todos  os demais males neste país. Um povo uma sociedade que tem  sua educação deficitária e sua Justiça lenta e corrupta,  Jamais, repito, jamais, alcançará a Democracia plena e seu  Desenvolvimento Social e econômico pleno. Não adianta Copa  do mundo, Olimpíadas, Pré Sal, balança comercial forte, nada  disto, pois pelo contrário, ao ficar mais rico, ficaremos  mais desigualitários, claro, pois esta riqueza adicional  será acumulada por poucos. Simples assim: Sem educação e  justiça plenas, não há desenvolvimento social sustentável.
 Será que ainda temos dúvidas sobre isto? E mais, não adianta  ir às ruas, como vimos fazendo, para combater a corrupção,  combater o excesso de carga tributária, combater a falta de  segurança, porque estes problemas são sintomas, são  conseqüências, são efeitos do mal maior, dos "cânceres" a   educação e justiça deficitárias.
Logo, proponho uma  verdadeira enxurrada de mensagens e poste para apoiar a  coragem do CNJ através da Ministra Dra. Eliana Calmon e sua  Equipe, pois ela representa a nossa voz  para  iniciarmos a eliminação deste câncer, Judiciário lento e  corrupto. Façamos a nossa parte, pois  do contrário, assim como a juíza Patrícia Acioli foi  assassinada no Rio por policiais que estavam sendo  investigados por ela, mais uma mulher de Coragem será  "assassinada" neste país, só que de uma maneira muito mais  letal, será assassinada, calada, pelos Juízes. Quem os  julgará? Façamos barulho. Façamos nossa parte em apoio  ao CNJ e a Dra. Eliana Calmon. Se você concorda com  isto, replique este texto e envie aos seus Amigos. Estou  tentando fazer a minha parte, faça a  sua! Leia também o artigo: Abs. E bom dia a  todos, Celso  Chapinotte. PS: Este que vos  escreve, assim como a maioria absoluta dos que me leem  agora, vem sendo regido, fiscalizado, julgado e punido ou  absolvido, todas as vezes que erra, seja em desrespeito a  uma lei de transito, seja na declaração de um imposto, seja  no não recolhimento de um tributo devido.  Por que  somente eu (nós), cidadão comum, tenho que ser alvo deste  rito? Por que os "togados" também não podem ser submetidos  às estas mesmas leis? Não quero isenção de penas para mim  (para nós), mas quero esta mesma justiça para eles também. Autor: Celso Chapinotte. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 27/01/2012.