O PARA O SOCIALISMO DO SÉCULO XXI
Resultado do referendum venezuelano serve de alerta oara outras experiências em curso na AL. Resultado do referendum venezuelano serve de alerta oara outras experiências em curso na AL (O Globo) Sinal amarelo para o socialismo do século XXI. Derrota de Chávez pode prenunciar dificuldades, A derrota eleitoral sofrida pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, no referendo em que pretendia aprofundar seu "socialismo bolivariano" pode ser um alerta de que suas idéias de aumento do poder do Estado são difíceis de digerir e um sinal amarelo para os países vizinhos que seguem por uma rota semelhante: Equador e Bolívia. O sociólogo alemão Heinz Dieterich, ideólogo do "socialismo do século XXI" de Chávez e considerado seu mentor, prognosticou que o governo venezuelano e o de Evo Morales na Bolívia poderiam sucumbir ante os ataques da direita em 2008, em parte por suas "próprias debilidades".
Morales, o equatoriano Rafael Correa e Chávez enfrentam severas críticas dos que temem que o processo de reforma se traduza numa ameaça à democracia. Os governantes se justificam alegando que perseguem o ideal da igualdade social e do combate à pobreza - que oscila nos três países entre 28% e 60%. Suas políticas, no entanto, criaram uma profunda divisão em suas sociedades.
- Se o processo não se abrir à coletividade, se for mantida a verticalidade atual, o caminho percorrido se perderá - vaticinou Dieterich. Chávez, no entanto, insiste em que a Constituição deve ser modificada para poder orientar a Venezuela por um caminho distinto do capitalismo e romper as estruturas que, para ele, levaram o país a ter uma grande parcela de sua população vivendo na pobreza.. Autoria: Rede Globo.
Resultado do referendum venezuelano serve de alerta oara outras experiências em curso na AL. Resultado do referendum venezuelano serve de alerta oara outras experiências em curso na AL (O Globo) Sinal amarelo para o socialismo do século XXI. Derrota de Chávez pode prenunciar dificuldades, A derrota eleitoral sofrida pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, no referendo em que pretendia aprofundar seu "socialismo bolivariano" pode ser um alerta de que suas idéias de aumento do poder do Estado são difíceis de digerir e um sinal amarelo para os países vizinhos que seguem por uma rota semelhante: Equador e Bolívia. O sociólogo alemão Heinz Dieterich, ideólogo do "socialismo do século XXI" de Chávez e considerado seu mentor, prognosticou que o governo venezuelano e o de Evo Morales na Bolívia poderiam sucumbir ante os ataques da direita em 2008, em parte por suas "próprias debilidades".
Morales, o equatoriano Rafael Correa e Chávez enfrentam severas críticas dos que temem que o processo de reforma se traduza numa ameaça à democracia. Os governantes se justificam alegando que perseguem o ideal da igualdade social e do combate à pobreza - que oscila nos três países entre 28% e 60%. Suas políticas, no entanto, criaram uma profunda divisão em suas sociedades.
- Se o processo não se abrir à coletividade, se for mantida a verticalidade atual, o caminho percorrido se perderá - vaticinou Dieterich. Chávez, no entanto, insiste em que a Constituição deve ser modificada para poder orientar a Venezuela por um caminho distinto do capitalismo e romper as estruturas que, para ele, levaram o país a ter uma grande parcela de sua população vivendo na pobreza.. Autoria: Rede Globo.

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