RACIONALISMO: IRRACIONALIDADE E IDOLATRIA
A Bíblia não é um livro científico. No reverso, os livros da ciência não são “obras reveladas” pois a razão e a observação - a testa e o tato - não são as vertentes definitivas do que é verdade ou verdadeiro. Nossos sentidos costumam nos iludir e as verdades científicas são sempre hipóteses provisórias. Crer que a razão é a única fonte da verdade é, na verdade, uma precária espécie de fé.
A dimensão religiosa é natural à pessoa humana, assim como o são, entre outras, as dimensões artísticas, moral, econômica e política. Qualquer uma delas pode ser desenvolvida ou não e o fato de perder impulso no transcurso da existência de algumas pessoas não significa que tenha deixado de existir. Por isso, o fenômeno religioso e a religiosidade são presentes e destacadas em todos os povos, épocas e culturas.
Joachim Wash, em seu Estudo comparativo das religiões, ensina que a experiência religiosa é uma resposta do homem à realidade última das coisas, a qual se expressa num Ser Superior, transcendente e todavia susceptível de se relacionar com ele; que orientar-se para esse Ser exige do homem uma resposta total e que dele aproximar-se constitui uma experiência inigualável, criativa e transformadora. Fonte: Percival Puggina
A Bíblia não é um livro científico. No reverso, os livros da ciência não são “obras reveladas” pois a razão e a observação - a testa e o tato - não são as vertentes definitivas do que é verdade ou verdadeiro. Nossos sentidos costumam nos iludir e as verdades científicas são sempre hipóteses provisórias. Crer que a razão é a única fonte da verdade é, na verdade, uma precária espécie de fé.
A dimensão religiosa é natural à pessoa humana, assim como o são, entre outras, as dimensões artísticas, moral, econômica e política. Qualquer uma delas pode ser desenvolvida ou não e o fato de perder impulso no transcurso da existência de algumas pessoas não significa que tenha deixado de existir. Por isso, o fenômeno religioso e a religiosidade são presentes e destacadas em todos os povos, épocas e culturas.
Joachim Wash, em seu Estudo comparativo das religiões, ensina que a experiência religiosa é uma resposta do homem à realidade última das coisas, a qual se expressa num Ser Superior, transcendente e todavia susceptível de se relacionar com ele; que orientar-se para esse Ser exige do homem uma resposta total e que dele aproximar-se constitui uma experiência inigualável, criativa e transformadora. Fonte: Percival Puggina

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