O Tabu contra os negros brancos! Divulguem! O tabu contra os negros brancos! Divulguem! A pura ignorância, da superstição e do preconceito social incrível, tornou os albinos africanos são pessoas marginalizadas e prisioneiras dos que acreditam que certas partes do seu corpo trazem boa Logo após o nascimento, elas são rejeitadas. Geralmente por seus pais que os abandonam e as suas mães, que são responsabilizadas pela condição fragilizada da criança.
Eles têm dificuldade na escola para ver o quadro-negro. Professores e colegas os discriminam e insultam. Encontrar trabalho é difícil, eles são marginalizados. Sofrem problemas de visão e o sol africano inclemente lhes causa sofrimento, causando ulcerações e queimaduras. Muitos jovens morrem de câncer de pele. Não é fácil ser albino na maioria dos países africanos, muitos dos quais, particularmente nas zonas rurais, explicam a sua falta de pigmentação por uma maldição que paira sobre a família.
Eles são "peças cobiçadas” pelas bruxas. As pernas, braços, pele, língua, e cabelos de albinos valem milhares de dólares. Os curandeiros os utilizam para "curar doenças" e para prometer fortuna. Uma das crenças africanas mais arraigadas garante que se você beber o sangue de um albino vai ganhar muito dinheiro.
O perverso ritual inclui a queima de barracos das vítimas. Os assassinos recebem, em troca, uma ou duas vacas, que lhes são dadas pelos líderes da comunidade pelo seu bom trabalho prestados. Bibiana, de 10 anos, e sua irmã Tendyebua, de 8, em um hospital de Gaita, Tanzania.
Bibiana foi amputada à noite por pessoas que acreditam que partes do seu corpo albino, usado em conjunto com outros medicamentos tradicionais, podem ajudá-los a ficar ricos em mineração e nas indústrias pesqueiras. As pessoas que atacaram e amputaram a perna de Bibiana foram presas. O presidente de associação Mwanzas Albina, Alfred Kapole, ajuda Bibiana a caminhar. É por isso que organizações internacionais abriram acampamentos especiais, onde os negros albinos podem viver com maior segurança.
Um dermatologista aplica um tratamento à base de crioterapia em uma criança albina que apresenta uma queratose actínica, uma lesão pré-cancerígena.
Aqueles que conseguem sobreviver neste ambiente tão hostil, são forçados a trabalhar sob o escaldante sol africano, ficando irremediavelmente doente de câncer de pele. A média anual estimada de cerca de uma centena de assassinatos, e até agora as autoridades acreditam que, desde os anos oitenta, foram mortas mais de três mil albinos em crimes cometidos com lanças e facões.
Um negro albino chega de barco, em Tenerife, pedindo asilo para escapar dos bruxos. Um tabu que está levando o continente africano a ser culpada de um incompreensível racismo, por falta de melanina na pele, uma condição que, ante tal discriminação, é injusta e irracional.
O governo da Tanzânia proibiu o curandeirismo, para impedir a caça de mais de albinos. Mas a questão é, o que acontece no resto da África? Algumas ONGs estão a trabalhar muito para chamar a atenção para estas redes criminosas.
Feliz é a nação cujo deus é o senhor! Vamos formar uma corrente multidiciplinar em prol dos africanos albinos! Autor: Desconhecido.
Difusão: Geraldo Porci do Araújo. 04/10/2010.
Eles têm dificuldade na escola para ver o quadro-negro. Professores e colegas os discriminam e insultam. Encontrar trabalho é difícil, eles são marginalizados. Sofrem problemas de visão e o sol africano inclemente lhes causa sofrimento, causando ulcerações e queimaduras. Muitos jovens morrem de câncer de pele. Não é fácil ser albino na maioria dos países africanos, muitos dos quais, particularmente nas zonas rurais, explicam a sua falta de pigmentação por uma maldição que paira sobre a família.
Eles são "peças cobiçadas” pelas bruxas. As pernas, braços, pele, língua, e cabelos de albinos valem milhares de dólares. Os curandeiros os utilizam para "curar doenças" e para prometer fortuna. Uma das crenças africanas mais arraigadas garante que se você beber o sangue de um albino vai ganhar muito dinheiro.
O perverso ritual inclui a queima de barracos das vítimas. Os assassinos recebem, em troca, uma ou duas vacas, que lhes são dadas pelos líderes da comunidade pelo seu bom trabalho prestados. Bibiana, de 10 anos, e sua irmã Tendyebua, de 8, em um hospital de Gaita, Tanzania.
Bibiana foi amputada à noite por pessoas que acreditam que partes do seu corpo albino, usado em conjunto com outros medicamentos tradicionais, podem ajudá-los a ficar ricos em mineração e nas indústrias pesqueiras. As pessoas que atacaram e amputaram a perna de Bibiana foram presas. O presidente de associação Mwanzas Albina, Alfred Kapole, ajuda Bibiana a caminhar. É por isso que organizações internacionais abriram acampamentos especiais, onde os negros albinos podem viver com maior segurança.
Um dermatologista aplica um tratamento à base de crioterapia em uma criança albina que apresenta uma queratose actínica, uma lesão pré-cancerígena.
Aqueles que conseguem sobreviver neste ambiente tão hostil, são forçados a trabalhar sob o escaldante sol africano, ficando irremediavelmente doente de câncer de pele. A média anual estimada de cerca de uma centena de assassinatos, e até agora as autoridades acreditam que, desde os anos oitenta, foram mortas mais de três mil albinos em crimes cometidos com lanças e facões.
Um negro albino chega de barco, em Tenerife, pedindo asilo para escapar dos bruxos. Um tabu que está levando o continente africano a ser culpada de um incompreensível racismo, por falta de melanina na pele, uma condição que, ante tal discriminação, é injusta e irracional.
O governo da Tanzânia proibiu o curandeirismo, para impedir a caça de mais de albinos. Mas a questão é, o que acontece no resto da África? Algumas ONGs estão a trabalhar muito para chamar a atenção para estas redes criminosas.
Feliz é a nação cujo deus é o senhor! Vamos formar uma corrente multidiciplinar em prol dos africanos albinos! Autor: Desconhecido.
Difusão: Geraldo Porci do Araújo. 04/10/2010.

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