quarta-feira, 20 de outubro de 2010

DANIEL CASTRO

Caros amigos: Não sei se vocês tiveram a oportunidade de assistir, ao vivo o Manhattan Connection do último 03 de outubro (que foi ao vivo), ou se já receberam esse vídeo por e-mail, já que as reprises forma censuradas e a parte onde o Marcelo Madureira fala sobre o Lula foi cortada. Le a pena ver a parte que foi censurada acessando o site que agora lhes envio.

Muito importante. Clique no site abaixo e veja o vídeo do que foi cortado (censurado), no programa "manhattan connection" do ultimo domingo 03/10/2010. Verdades absolutas! Fora com esse governo e volta da liberdade de imprensa!
http://noticias.r7.com/blogs/daniel-castro/2010/10/05/casseta-xinga-lula-de-vagabundo-e-e-censurado/ Perfil: Daniel Castro é jornalista desde 1988. Durante 18 anos, trabalhou no Grupo Folha. Em 1996, passou a fazer reportagens sobre televisão. Em 1998, foi premiado pelo jornal por reportagem que comprovava fraudes em um programa de TV. De 2000 a 2009, escreveu a coluna "Outro Canal", no caderno, Ilustrada.
Com a coluna, elevou a cobertura de televisão, tratando o veículo como uma indústria. 11 outubro 2010 às 06:00. Sem Comentários » Classe C prefere novela, humor e auditório, diz megapesquisa.
A Grande Família é um dos programas preferidos da classe C, que se espelha na família Silva. Maior classe econômica do país, a classe C representa hoje metade da população brasileira, ou cerca de 100 milhões de pessoas, de acordo com uma pesquisa divulgada na semana passada pelo Ibope.
É a classe que mais cresceu nos últimos anos, graças à melhora da economia nacional. É principalmente para a classe C que os executivos das emissoras de televisão olham (ou deveriam olhar) quando pensam em programação. A classe C, segundo o Ibope, é a nova classe média brasileira.
Ela ganha entre R$ 600 e R$ 2.099 mensais. É dividida em classe C1 e classe C2 por meio de um sistema de pontuação que leva em consideração desde o número de televisores coloridos e geladeiras que possui até o nível de escolaridade do chefe da família. Intitulada Classe C Urbana do Brasil - Somos Iguais, Somos Diferentes, a pesquisa do Ibope/Target Group Index ouviu quase 20 mil pessoas das principais metrópoles do país entre fevereiro de 2009 e janeiro de 2010. Eis alguns dos principais resultados: - A classe C é mais jovem, composta por maioria de afro descendente (exceto no Sul), suas mulheres são mais responsáveis pela família e seus homens tendem a viver menos.
- A classe C se preocupa menos com alimentação e faz menos exercícios físicos em academia, mas não é mais gorda do que os mais ricos (27% da C1 está acima do peso, contra 31% da classe AB1). O Ibope atribui isso a uma "maior mobilidade".- Apenas 23% da classe C falam um segundo idioma.
- Mais da metade gostaria de economizar dinheiro, mas acha isso difícil; 53% possuem cartão de crédito (em 2005, eram 45%), mas 61% não gostam de ter dívidas.
- 19% pretendem comprar imóvel nos próximos meses; 9,5 milhões de pessoas querem comprar um carro dentro de um ano.
- Computador, celular, TV, micro-ondas e geladeira são objetos de desejo da classe C. A máquina de lavar roupas, pela liberdade que representa, é hoje o item mais desejado.
- A classe C investe na aparência e em cuidados pessoais. Boa aparência e poder de consumo significam inclusão social.
- A classe C aceita muito mais as diferenças e acredita mais na igualdade e na convivência pacífica. Tem menos preconceito do que a classe AB.
Consumo de mídia a pesquisa do Ibope/Target Group Index também sondou hábitos de consumo de mídia. A TV aberta é de longe a principal forma de entretenimento, assim como para as demais classes sociais (veja tabela abaixo): 98% da classe C se divertem vendo TV aberta.
Novelas, programas humorísticos e de auditório são os gêneros preferidos, apontou a pesquisa. A Grande Família, da Globo, é um dos programas mais vistos pela classe C, que se enxerga na série.
A TV paga ainda tem baixa penetração na classe C: 21% na classe C1 e 13% na C2, contra 28% na média da população urbana em geral.
Na classe C1, 55% já têm acesso à internet, mesmo percentual da média da população. A internet para a classe C tem menos função de mídia (fonte de informação) e mais de ponto de encontro (redes sociais, bate-papos etc).
A mídia impressa tem baixa penetração na classe C. A mídia em geral e a igreja são instituições merecedoras de grande confiança por parte dessa faixa da população.
Marcelo Madureira – fala o que acha de Lula – o que espelho por e ai - Imprimir
Enviar por e-mail Tags: censura, Dilma Rousseff, Globo, GNT, Lucas Mendes, Lula, Manhattan Connection, Marcelo Madureira. Marcelo Madureira no Manhattan Connection do último domingo, em que xingou o presidente Lula
(Atualização às 11h50 de 8 de outubro de 2010: Procurado novamente pelo blog, o canal GNT, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que não tem “nada a declarar” sobre o corte do xingamento de Marcelo Madureira.)
Convidado especial do programa Manhattan Connection do último domingo (3/10), o humorista Marcelo Madureira, integrante do Casseta & Planeta, xingou o presidente Lula de "vagabundo, picareta e impostor", que "não vale nada".
Devido às eleições, o programa foi exibido ao vivo pelo canal pago GNT, da Globosat, programadora de canais pagos da Globo. Nas reprises apresentadas na madrugada e às 10h e às 14h de ontem, no entanto, a fala de Madureira foi cortada pelo próprio canal. Na versão que está no site oficial do GNT, o xingamento do casseta também sumiu.
Madureira falava com cara de sério. "O pior desses oito anos do governo Lula foi transformar a política definitivamente numa coisa de chacota. É impressionante como a política foi desmoralizada. Acho incrível, porque na minha, opinião, a política é a mais nobre atividade do ser humano. E é impressionante como atrai vagabundo, picareta e tal, a começar pelo presidente da República, que não vale nada!", discursou o humorista.
Esse trecho foi censurado pelo GNT na reprise.
Madureira disse ainda que o país vai demorar "gerações" para se recuperar do "mal" causado por Lula. "Eu quero desmistificar esse picareta que está na Presidência da República", encerrou.
Ele foi muito ácido também com Dilma Rousseff. Referindo-se às roupas usadas pela candidata, disse que ela parece "um travesti de Kim Jong-Il [ditador da Coréia do Norte]". O blog está tentando falar com o canal GNT desde as 10h32 de hoje. Até o momento, o canal não se pronunciou.
Clique na imagem abaixo e veja o trecho em que Marcelo Madureira xingou Lula e que não foi reprisado pelo GNT: Espalhe por aí: Imprimir Enviar por E-Mail Tags: censura, Dilma Rousseff, Globo, GNT, Lucas Mendes, Lula, Manhattan Connection, Marcelo Madureira.Daniel Castro -Jornalista. E-mail - dacastro@sp.rederecord.com.br
Autor: Daniel Castro. Difusão: Geraldo Porci de Araújo. 11/10/2010.

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