TRABALHO ESCOLAR DO CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE.
NO COLÉGIO COMERCIAL ESTADUAL “Antonio de Castro Alves”
Direção do Professor de Português Flávio Werken.
ORATÓRIA.
É arte de persuadir ou mover ao bem por meio da palavra.
DISCURSO: é o desenvolvimento oral de um tema, com o tipo de comover e persuadir. Da definição se deduz de mais, que o orador deve estar convicto do que diz para poder convencer os outros. O orador no dizer de Cícer é: “ir bonas dicendir peritus”.
PARTE DO DISCURSO: a – Exórdio – Apresentação do orador ao auditório; b – Enredo ou corpo do discurso – Desenvolvimento do tem; c – Desfecho (peroração) – É à parte do que o orador faz o encerramento ou defendida: Apelo final.
Exórdio (Exórdium – início) –m É à parte de que depende geralmente o sucesso ou fracasso total ou parcial do discurso. Tem por fim despertar a atenção dos ouvintes, grangeando-lhes a simpatia e benevolência. Predispõe-nos a ouvir o restante do discurso.
QUALIDADE: Deve adaptar-se ao assunto de tal modo que com ele forma um todo. Seja redigido com a máxima correção e com o mais acordo esmero. Pronuncie-se com voz clara e distinta.
Deve ser pórtico de entrada que introduza os ouvintes ao centro do discurso.
ENREDO: É a parte mais essencial, o discurso propriamente dito.
O orador externa agora as suas idéias, os seus argumentos para transfundir nos ouvidos as suas impressões e persuasões. Aqui é mister esclarecer as dívidas, desfazer as objeções – caso as houver. O exórdio é a preparação do enredo e o desfecho é a conclusão do enredo.
DESFECHO: O orador terá chegado ao auge da força persuasiva. Lança mão de todos os recursos possíveis para comover e persuadir. É a última impressão que vai deixar na assistência, o derradeiro acorde que continuará a reboar no ânimo dos ouvintes. Primará pela solenidade. Finaliza, de ordinário com um rasgo de entusiasmo e vibração – com um patético. Qualidade geral do discurso: 1 – A linguagem há de ser elegante e correta. 2 – Unidade de composição, as digressões; 3 – Exprime-se com toda a precisão e clareza; 4 – Movimento e vida: manter sempre o interesse e a curiosidade, 5 O estilo há de antes de tudo oratório.
NOTADO: Para se apresentar corretamente a arte oratória é aconselhável o estudo e análise dos nossos maiores oradores e tribunos.
NORMAS PARA UMA CRÍTICA PROFUNDA: A critica não consiste em reproduzir o discurso estudado, ainda que resumidamente, recompondo-lhe o esquema ou reconstruindo-lhe a ossatura interna. Isto é do secretário ou do redator de artes.
I – Princípio: “Criticar para construir e não para Destruir, Confundir”. Qualidade a apontar uma falha é preciso ser justo e refletido. Ao mesmo tempo objetivo, indicando sempre que possível à causa, a reais donde procede a falha e tam, bem o remédio para auferi-la. Do contrario não aproveita. Quem tem por princípio, só cria complexos de inferioridade.
II – Princípio: - “Criticar com Sobriedade”. Tanto quantum. Só o necessário ou o tanto que o orador Acadêmico pode suportar sem vexame.
A critica sábia trata de descobrir principalmente o lado bom, a boa qualidade ou se a o potencial que o orador possui, quiçá inconscientemente como um recurso ainda desconhecido para ele e com o qual poderia obter bons resultados se lhe fora conhecido. Por Exemplo: boa memória; ou memória fiel; presença de espírito; convicção; comunicabilidade com o auditório; calma e entusiasmo; naturalidade não fingida; coragem de exprimir os seus próprios sentimentos; espontaneidade nos gestos; movimentos leves e comedidos.
Consiste, porem a critica em qualificar ou censurar o discurso, não arbitrariamente, mas, segundo as regras da retórica, pelo menos em suas linhas mestras. Os técnicos devem averiguar se houve no discurso: Correção na linguagem, postura e gestos do orador, se na pronuncia articulou bem todas as sílabas, se cadenciaram a voz conforme o exigiam os sentimentos mais brandos ou mais enérgicos que quis ou devia expressar, se a elaboração do discurso obedeceu a um método lógico, se houve a necessária transição de um pensamento ao outro. Geraldo Porci de Araújo. Foz do Iguaçu, 20 de agosto de 1.975.
NO COLÉGIO COMERCIAL ESTADUAL “Antonio de Castro Alves”
Direção do Professor de Português Flávio Werken.
ORATÓRIA.
É arte de persuadir ou mover ao bem por meio da palavra.
DISCURSO: é o desenvolvimento oral de um tema, com o tipo de comover e persuadir. Da definição se deduz de mais, que o orador deve estar convicto do que diz para poder convencer os outros. O orador no dizer de Cícer é: “ir bonas dicendir peritus”.
PARTE DO DISCURSO: a – Exórdio – Apresentação do orador ao auditório; b – Enredo ou corpo do discurso – Desenvolvimento do tem; c – Desfecho (peroração) – É à parte do que o orador faz o encerramento ou defendida: Apelo final.
Exórdio (Exórdium – início) –m É à parte de que depende geralmente o sucesso ou fracasso total ou parcial do discurso. Tem por fim despertar a atenção dos ouvintes, grangeando-lhes a simpatia e benevolência. Predispõe-nos a ouvir o restante do discurso.
QUALIDADE: Deve adaptar-se ao assunto de tal modo que com ele forma um todo. Seja redigido com a máxima correção e com o mais acordo esmero. Pronuncie-se com voz clara e distinta.
Deve ser pórtico de entrada que introduza os ouvintes ao centro do discurso.
ENREDO: É a parte mais essencial, o discurso propriamente dito.
O orador externa agora as suas idéias, os seus argumentos para transfundir nos ouvidos as suas impressões e persuasões. Aqui é mister esclarecer as dívidas, desfazer as objeções – caso as houver. O exórdio é a preparação do enredo e o desfecho é a conclusão do enredo.
DESFECHO: O orador terá chegado ao auge da força persuasiva. Lança mão de todos os recursos possíveis para comover e persuadir. É a última impressão que vai deixar na assistência, o derradeiro acorde que continuará a reboar no ânimo dos ouvintes. Primará pela solenidade. Finaliza, de ordinário com um rasgo de entusiasmo e vibração – com um patético. Qualidade geral do discurso: 1 – A linguagem há de ser elegante e correta. 2 – Unidade de composição, as digressões; 3 – Exprime-se com toda a precisão e clareza; 4 – Movimento e vida: manter sempre o interesse e a curiosidade, 5 O estilo há de antes de tudo oratório.
NOTADO: Para se apresentar corretamente a arte oratória é aconselhável o estudo e análise dos nossos maiores oradores e tribunos.
NORMAS PARA UMA CRÍTICA PROFUNDA: A critica não consiste em reproduzir o discurso estudado, ainda que resumidamente, recompondo-lhe o esquema ou reconstruindo-lhe a ossatura interna. Isto é do secretário ou do redator de artes.
I – Princípio: “Criticar para construir e não para Destruir, Confundir”. Qualidade a apontar uma falha é preciso ser justo e refletido. Ao mesmo tempo objetivo, indicando sempre que possível à causa, a reais donde procede a falha e tam, bem o remédio para auferi-la. Do contrario não aproveita. Quem tem por princípio, só cria complexos de inferioridade.
II – Princípio: - “Criticar com Sobriedade”. Tanto quantum. Só o necessário ou o tanto que o orador Acadêmico pode suportar sem vexame.
A critica sábia trata de descobrir principalmente o lado bom, a boa qualidade ou se a o potencial que o orador possui, quiçá inconscientemente como um recurso ainda desconhecido para ele e com o qual poderia obter bons resultados se lhe fora conhecido. Por Exemplo: boa memória; ou memória fiel; presença de espírito; convicção; comunicabilidade com o auditório; calma e entusiasmo; naturalidade não fingida; coragem de exprimir os seus próprios sentimentos; espontaneidade nos gestos; movimentos leves e comedidos.
Consiste, porem a critica em qualificar ou censurar o discurso, não arbitrariamente, mas, segundo as regras da retórica, pelo menos em suas linhas mestras. Os técnicos devem averiguar se houve no discurso: Correção na linguagem, postura e gestos do orador, se na pronuncia articulou bem todas as sílabas, se cadenciaram a voz conforme o exigiam os sentimentos mais brandos ou mais enérgicos que quis ou devia expressar, se a elaboração do discurso obedeceu a um método lógico, se houve a necessária transição de um pensamento ao outro. Geraldo Porci de Araújo. Foz do Iguaçu, 20 de agosto de 1.975.

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