terça-feira, 21 de abril de 2009

disciplina ordem e progresso

T -000001/PUBLICAÇÕES

DISCIPLINA ORDEM E PROGRESSO

Desde a entronização de uma Bandeira, como o Pavilhão Nacional no ano de 1889, e que fora escrito no seu centro às palavras: Ordem e Progresso. Uma frase, que o Mundo todo, não venera mais respeita como o símbolo de um país que tem muito a oferecer a humanidade, principalmente, no que se refere ao alimento que tanto deseja a humanidade.
Sempre escrevemos que no Brasil, não há patriotas. O que se vê, são brasileiros ostentando, com veemência, slogan de elementos que em sua biografia, não cabe mais adjetivos maldosos contra a humanidade comparando as suas atitudes para com o próprio povo de sua terra, e radicando para outros países, onde encontram elementos que estudam para explorar a inocência dos bem intencionados. A cumprir a sua missão como um bem feitor da humanidade.
Para esses brasileiros que ostentam estampas de guerrilheiros de outras fronteiras, a maldade é o seu desabafo. Não gostam de Ordem. Como todos sabem, não havendo Ordem não haverá progresso. O binômio que a Bandeira do Brasil ostenta, serve de orgulho para a maioria dos brasileiros que ama o Brasil. Não havendo Disciplina não haverá e Ordem, não havendo Ordem, não haverá Progresso. O pessoal que não abandonou a filosofia adquirida, desde 1.917, e que até 2.002, era oposição, que em 2.003, passaram a trabalhar e passaram a ser vidraça, e que ainda trabalhava na oposição, porque eram e são contra todos os Progressos. Porque o Progresso para certa gente significa a morte dos seus objetivos, que é a baderna e a mordomia da república do proletariado. Não querem conformar com o que foi implantado no Brasil, no intuito de beneficiar os brasileiros. São aqueles que vieram compor a equipe do desenvolvimento. Eram taxados de exploradores dos Trabalhadores brasileiros, ou não. Mas faziam e fazem parte do conjunto de progressistas que entregaram o Brasil com uma Infra-estrutura invejável a toda a América do Sul, a outros países. Chegaram a querer impedir, em 2.000, que os Agricultores não prosseguissem com o Progresso, querendo impedi-los de Plantar no Brasil mais grãos e com isso reduzir o tamanho da Agricultura brasileira.
O Brasil começou o seu desenvolvimento na década de 50, quando surgiu o Milho híbrido, o Feijão sem ramas longas, que poderia ser plantado em áreas livres; o Arroz que pode ser plantado em terreno preparado quimicamente, como se fosse um terreno apropriado para o Arroz; e outras culturas que foram adaptadas aos interesses da população. Deixando de ser produtos de cultura própria, graças aos interesses dos Agricultores e agrônomos, que estudaram o solo brasileiro e modificaram a genética dos produtos de sobrevivência humana, evitando assim as necessidades de só trabalhar em terrenos oriundos de matas virgens, como era de 1.500 a 1.950, onde todos os produtos alimentícios eram cultivados a braços humanos, que utilizavam: Machados, Foices, Enxadas, Enxadões e Cutelos. Onde a terra era preparada para ser removida em beneficio dos Agricultores Trabalhadores, e eram removidas com arados (Arada) com bois e seus produtos transportados também por bois, até uma estrada de Ferro, ou um Porto aquático. Essa agonia só veio diminuir de 1.950 para cá.
O que mais irrita os mais velhos organizadores do Brasil. Aqueles que fizeram a casa e arrumaram as camas para esperar os sucessores, que são os que hoje querem fazer voltar aos anos de 1.500 até 1.950. Quando a produção era a braços de trabalhadores, época em que muitos desses já existiam. Esses que querem tomar na marra os bens que os Agricultores adquiriam com suor e lagrimas. Esses que, só sabe da existência do passado, através dos Livros “e/eu ouvi dizer”, pelos livros, feito de papel; fonte que aceita de tudo, até mesmo repudiar a si mesmo.
Muitos desses que querem entregar o Brasil ao Mundo do falso socialismo, isso porque não passaram o que passou muitos dos que hoje contestam essa atitude de entregar o que não é só seu. Sabendo que o Brasil tem mais donos do que aqueles que desejam o abandono, ou o “entregalismo”, que refere (entregadores). É muito fácil. É fazer como fazem os donos do alheio, que roubam objetos de alto valor e vendem, ou trocam por miseres trocados, pois não lhes custaram nada. E já que a sua aventura esqueceu o seu valor, e que tanto faz viver como perecer nas suas aventuras. Assim são esses que querem entregar o Brasil aos estrangeiros do falso socialismo. Essa gente que não dá o peito para ser alvejado, joga os menos conhecedores das conseqüências para serem hostilizados e massacrados, por estarem usufruindo um bem que não ajudaram construir.
Editado em 05 de janeiro de 2.005. Geraldo Porci de Araújo.

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