quinta-feira, 3 de setembro de 2009

TRABALHO” ESCRAVO; NOVO PRETEXTO CONTRA A PROPIEDADE

TRABALHO” ESCRAVO; NOVO PRETEXTO CONTRA A PROPIEDADE
Em 12 de outubro de 2004, o jornalista Nelson Ramos Barreto, lançou um livro em Bagé Trabalho escravos. Documento esse que abaixo, reproduzimos, o texto na integra, como recebemos em um e-mail.
Lançamento em Bagé (RS): Reportagem “Trabalho escravo, nova arma contra a propriedade” * Anote na sua agenda! 15 de outubro, às 19 horas: Expofeira de Bagé (RS), stand do Programa Rota 20, Canal 20 da net, destacando mais uma vez as pessoas que “fazem e acontece”! * Lançamento do livro-reportagem ‘’’Trabalho escravo’: nova arma contra a propriedade privada” (Editora Artpress), do Jornalista Nelson Romano Barreto, autor do ‘best-seller’ “Reforma Agrária: e a realidade”.* Na calada da noite, no silencio dos meios de comunicações e em meio ao enigmatco clima de anestesia e indiferenças de setores das classes proprietárias, no congresso esta sendo aprovada a Proposta de Emenda Constitucional, PEC 438/01, que prevê a expropriação sumaria (sem indenização) da terra onde haveria “trabalho escravo”, uma ambígua figura juridica que abre o caminho para arbitrariedade e a perseguição contra os proprietários. * O agronegócio e os proprietários rurais foram escolhidos como “novo alvo”pelo CPT, e MST, o Fórum Social Mundial, setores da Organização Internacional do Trabalho e outros entidades que se apresentam como defensores dos direitos humanos. * “A esquerda brasileira e internacional elegeu o setor mais dinâmico da economia brasileira como o alvo principal a ser derrubado, para alcançar sua meta socialista”, afirma o jornalista Barreto. * Barreto Explica os novos mecanismos psicossociais usados pelas esquerdas para debilitar o instituto de conservação dos proprietários rurais, tirar dele a vontade de defender seus legítimos direitos e prepará-los assim para uma claudicação indolor.

Nossa participação. O que estamos ouvindo, pelas as TVs, Rádios, e lendo os jornais, revistas e as opinioes publicam, que são contra essas faltas de conhecimento das atividades dos ruralistas no compromisso de produzir os alimentos para matar a fome dos povos, tanto brasileiros como estrangeiros, adquirem produtos alimenticios dos produtores rurais, seja brasileiros ou estrangeiros, que trabalham e não colhem os suficientes, para matarem as fomes.
Há exemplo de países que tiveram as sociedades socialistas e o Ives de progredir, fizeram foi regredir e agora estão na dificuldade de se manter vivos sem a cooperação dos países como o Brasil e outros que nunca tiveram a vontade de mudar de regime social. Com os nossos falsos defensores da sociedade, que emprenham pelos os ouvidos ou não tem coragem de enfrentar as dificuldades dos sistemas rurais. Julgam mais fácil escravizarem a população duque trabalharem no pesado. Como é o caso dos trabalhadores rurais. Essas gentes alem de não terem coragem de trabalhar no campo, instigam os menos favorecidos, para enganá-los com a falsa liberdade, que na realidade, são os sacrificados da liberdade, por não serem livres para tomar as iniciativas humanas. Os exemplos estão por ai. É só ficarem atentos nas noticias. Geraldo Porci de Araujo. 02/9/09.

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