sábado, 30 de maio de 2009

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA MENSAGEM CRISTÃ

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA MENSAGEM CRISTÃ
Homilia do Papa Bento XVI Na sua grande obra "A Cidade de Deus", Santo Agostinho diz uma vez que toda a história humana, a história do mundo, é uma luta entre dois amores: o amor de Deus até à perda de si mesmo, até ao dom de si próprio, e o amor de si até ao desprezo de Deus, até ao ódio pelos outros. Esta mesma interpretação da história como luta entre dois amores, entre o amor e o egoísmo, aparece também na leitura tirada do Apocalipse, que agora ouvimos. Aqui, estes dois amores aparecem em duas grandes figuras. Em primeiro lugar, há o dragão vermelho, fortíssimo, com uma manifestação impressionante e inquietadora do poder sem a graça, sem o amor, do egoísmo absoluto, do terror e da violência. No momento em que São João escreveu o Apocalipse, para ele este dragão realizava-se no poder dos imperadores romanos anticristãos, de Nero a Domiciano. Este poder parecia ilimitado; o poder militar, político, propagandístico do império romano era tal, que diante dele a fé, a Igreja, parecia-se com uma mulher inerme, sem possibilidade de sobreviver, e muito menos de vencer. Quem podia opor-se a este poder omnipresente, que parecia capaz de realizar tudo? E no entanto, sabemos que no final venceu a mulher inerme, não venceu o egoísmo, nem o ódio; venceu o amor de Deus, e o império romano abriu-se à fé cristã. Papa Bento XVI 02/09/2007. Fonte: Precival
P uggins

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